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Diego e Leão trocam farpas em São Caetano
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| Irritado, Leão gesticula na direção de Diego | São Caetano do Sul (SP) - O clima entre o meia Diego e o técnico Emerson Leão esquentou novamente. Após sacar o camisa 10 e colocar o jovem Luís Augusto, o treinador foi cumprimentar Diego à beira do gramado. Depois de ouvir um comentário do jogador, Leão demonstrou irritação e gesticulou bastante o braço na direção de seu pupilo, que sentou no banco de reservas.
Ao sair do gramado no final da partida, Diego negou que tenha se desentendido com o técnico. ‘Não tive discussão nenhuma. Fiz minha parte dentro de campo e foi uma substituição normal’, disse o jogador.
No entanto, a postura de Leão ao ‘comentar’ o fato mostrou que as palavras trocadas com Diego não foram das mais afáveis. Perguntado se poderia explicar o que aconteceu, o treinador, secamente, respondeu: ‘não’.
Essa não foi a primeira vez neste ano que jogador e comadante santistas se estranharam. Na estréia do Peixe na Libertadores, diante do Jorge Wilstermann, Diego deixou o campo chutando a grama ao ser substituído. Na oportunidade, Leão minimizou a situação, afirmando que estava a cinco metros do meia e nada viu. |
- Postado por: K宣¡ñHå¤R¡ßå§ às 22h51
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 Leão elogia Marcinho |
 "Esse não foi o Santos", diz Leão
 Treinador admite péssima performance do Santos e diz que time podia jogar mais tempo, que não conseguiria nada

SÃO PAULO - Um time irreconhecível e que mereceu ser eliminado. Assim o técnico Emerson Leão, do Santos, definiu a performance de seus comandados na tarde deste sábado, quando a equipe foi goleada pelo São Caetano por 4 a 0, pelas semifinais do Campeonato Paulista.
O treinador afirmou que os jogadores estiveram bem abaixo do que podem produzir. "Nós oferecemos um espetáculo muito feio e que não é o Santos, que conheço", explicou Leão, que começou o ano falando que o Estadual era uma das prioridades da equipe.
Para o técnico, o time só teve uma atuação tão ruim na derrota para o Paulista, quando também perdeu por 4 a 0. "Tivemos duas infelicidades no ano. Hoje e na derrota para o Paulista. Estamos em um ano de sucessos, mas estes jogos foram muito ruins", analisou.
Com apenas duas oportunidades de gol, o Santos frustrou o treinador. "Tem dia que você sente que não é a mesma coisa. Passamos o segundo tempo precisando do gol e nem ao menos preocupamos o goleiro adversário. Fomos completamente anulados e poderia continuar o jogo, que não faríamos nada", comentou
Leão destacou a atuação de Marcinho, que marcou dois gols e participou da jogada do primeiro gol. "O Marcinho não vinha bem há três, quatro jogos, mas quando você deixa um jogador desses com espaço, ele desequilibra", afirmou.
O treinador espera que a eliminação não afete a participação na Copa Libertadores. "Eu espero que a gente recupere o mais rápido possível. Estamos muito bem na Libertadores por mérito dos jogadores e devemos continuar assim", explicou.
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- Postado por: K宣¡ñHå¤R¡ßå§ às 22h03
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 Elano volta ao time. |  Título vira obsessão para Santos e Azulão
 Rivais, que se enfrentam pela semifinal do Paulista, no ABC, querem o Estadual para apagar "traumas históricos".
 Gabriel Fortes e Marcius Azevedo, especial para o Pelé.Net
SANTOS - Se de um lado o Santos pretende continuar sonhando com o título que não conquista há 20 anos, e não disputa há quatro, do outro o São Caetano planeja usar suas armas para apagar o estigma de "eterno vice" e, definitivamente, erguer uma taça.
É neste cenário que os times se enfrentam a partir das 16 horas deste sábado, no estádio Anacleto Campanella, no ABC, na segunda e decisiva partida das semifinais do Campeonato Paulista.
Os rivais se encontram uma semana após o empate por 3 x 3 na Vila Belmiro, tempo em que, além de treinarem, imaginaram o quanto representa o troféu do Estadual. Palmeiras e Paulista disputam a outra semifinal.
"Não pensamos em outra coisa que não seja nisso. Nós sabemos o peso que este título pode ter nas nossas carreiras e o quanto ele é importante para a nossa torcida e para o nosso clube. Queremos de qualquer jeito", anuncia o capitão santista Renato.
"Já batemos muito na trave. Este ano o nosso grupo tem bastante qualidade e conta com jogadores acostumados às decisões, experientes e que já conquistaram títulos", responde o zagueiro Dininho, do Azulão.
Tal disputa não se resume às palavras. Elas só estampam os números do passado, onde Santos e São Caetano encontram argumentos para dizer que ambos mereceriam erguer a taça.
O time do litoral, por exemplo, não chega à esta decisão desde o ano 2000, quando foi superado pelo São Paulo: uma vitória por 1 x 0 para o Tricolor e depois empate por 2 x 2.
Mais do que isso, a equipe hoje comandada por Emerson Leão não esbanja tal conquista há 20 anos. A última vez foi com o time que ainda contava com Serginho Chulapa no comando do ataque, em 1984, e que derrotou o Corinthians por 1 x 0.
"Isso não pode continuar assim. O nosso time cresceu muito, a nossa torcida também e hoje nós reerguemos o nome do Santos. Esta história precisa ser revertida, assim como fizemos em relação ao Campeonato Brasileiro", diz o lateral-esquerdo Léo.
Jovem destaque do futebol brasileiro, o Azulão já é velho conhecido dos grandes clubes. E, à medida em que vê o tempo passar, amadurece o título que tem deixado escorregar em momentos decisivos nos últimos anos.
Foram três derrotas (Copa João Havelange, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores) em três finais disputadas desde 2000. Uma situação que chega a preocupar jogadores e treinador ao ponto de estipularem o título paulista de 2004 como algo determinante.
"Nós merecemos e precisamos disso. No futebol só há espaço para os vencedores", argumenta o goleiro Silvio Luiz, presente em todas as derrocadas de sua equipe. "Eles querem ganhar, pois não estão satisfeitos com isso. Ninguém gosta de perder sempre", afirma Muricy Ramalho.
Mistério A preparação de Santos e São Caetano foi marcada pelo fato de os treinadores tentarem "esconder o jogo" um do outro. De um lado, Emerson Leão evitou os treinos coletivos, não anunciou sua escalação e nem mesmo o sistema de jogo que pretende implantar.
Apesar de poder contar com os reforços de Alex e Elano, que desfalcaram o time no primeiro jogo por problemas físicos, ele nutriu a dúvida no ataque: Robson ou Basílio? "Ainda não decidi. Temos jogadores de características distintas e isso é o mais importante, pois nos dá a oportunidade de alterar o esquema", limitou-se.
Do outro, Ramalho fez atividades secretas no ABC e também aproveitou para deixar sua formação no ar. A dúvida é sobre o substituto de Gilberto, expulso na partida da Baixada. Ele pode ser Triguinho, Fábio Santos ou ainda a alteração do esquema tático do 3-5-2 para o 4-4-2.
"Não é mistério. Eu tenho dúvida, assim como o Santos. Hoje não podemos dar arma para ninguém no futebol. Só anuncio o time às 15h45 de sábado, e isso porque sou obrigado a entregar o papel", afirmou.
SÃO CAETANO x SANTOS
Data: 3/4/2004 (Sábado) Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul Horário: 16h Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho Auxiliares: Flavio Lúcio Magalhães e Geraldo José Vollet Pinheiro
São Caetano Silvio Luiz; Gustavo, Dininho e Serginho; Ânderson Lima, Marcelo Mattos, Mineiro, Marcinho e Triguinho (Fábio Santos); Warley e Fabrício Carvalho Técnico: Muricy Ramalho
Santos Doni; Paulo César, Alex, André Luís e Léo; Claiton, Renato, Elano e Diego; Robinho e Robson (Basílio) Técnico: Emerson Leão
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- Postado por: K宣¡ñHå¤R¡ßå§ às 23h44
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